Redação aberta, começando a semana no estilo newsletter.
De volta!
Amanhã à noite, Raphael Brasil volta aos estúdios da Eastside FM para apresentar a Vibez Brazil, das 21h30 às 23h.
Rapha, the Fanfarrest, passou dois meses rodando tudo quanto é sebo em São Paulo, Rio e Porto Alegre, e trouxe dezenas de pérolas em vinil e CD. Sério, não percam o programa.
Brazil 2014?
A Austrália vai precisar jogar muita bola se quiser disputar a Copa do Mundo no Brasil, em 2014.
O sorteio dos grupos para a fase final das Eliminatórias Asiáticas (sim, futebolísticamente falando estamos na Ásia), realizado no final de semana, não poderia ter sido pior.
Os Socceroos jogarão contra Japão e Iraque, duas, digamos, potências locais, além de Jordânia e Omã.
Em tempo: não estou sendo irônico.
Os jogos em casa serão cruciais, começando pelo confronto contra o Japão, em Brisbane, válido pela primeira rodada, em 12 de junho. Até jundo de 2013, serão mais três jogos em casa, dois em Sydney e um em Melba, além de quatro fora.
Os dois primeiros do grupo se classificam automaticamente. O terceiro passa por duas repescagens, incluindo duelo contra o quinto colocado da América do Sul (sim, regulamento tão complicado quanto o do Campeonato Carioca).
Vinhos e restaurante portugueses
Ontem, fui ao Festival Português em Petersham. Simplesmente e-p-e-t-a-c-u-l-a-r, como diriam os inimigos espanhois.
O brasileiro, em geral, não se considera descendente de português, muito menos sulamericano. Mas somos sim. Não vou dizer que da cabeça aos pés pois, da cintura para baixo, somos influenciados muito mais por africanos e indígenas, mas certamente da cabeça ao estômago.
E foi através do estômago que a festa me conquistou.
Primeiro, na degustação de vinhos portugueses promovidos pela Grande Vindima Wines. Por apenas $2, experimentei dez botejas.
Além do Esporão Reserva que eu já conhecia e é sempre fantástico (Branco 2009 a $33 e Tinto 2008 a $43 – valem cada centavo), também me chamaram a atenção o branco Dona Paterna Alvarinho 2010 ($33) e os tintos Lua Nova em Vinhas Velhas 2009 ($26.50), Boas Vinhas Dao Tinto 2009 ($26.50) e Monte Velho 2009 ($16.65).
Esse último, uma das melhores relações preço/qualidade que já tomei por essas bandas, traz complexidade no nariz e maciez na boca impressionantes para a faixa de preço. Frutas negras, compota, especiarias, corpo médio e equilíbrio perfeito são outras características.
Tomei o danado no Frango Petersham Charcoal Chicken (98 New Canterbury Rd), um dos restaurantes portugueses mais tradicionais daqui e, seguramente, um dos melhores (segundo a Beatriz Wagner, host do almoço, o melhor).
O chorizo português e as vieiras de entrada, o bacalhau à moda da casa e as batatas que acompanham são absolutamente fora de série. O Monte Velho casou com tudo. E a conta no final, ridícula pela quantidade e qualidade.
Recomendo muito e reserva é fundamental. Se não fizer, vai tomar pito da proprietária mal humorada que não sorri.














