Mundial Interclubes da FIFA na Austrália

Para os 17.4 corintianos que vivem na Austrália (de acordo com o último censo), eis os dias e horários das duas semis e da final do Mundial Interclubes da Fifa.

Todos os jogos com transmissão ao vivo e ao vivo pero no mucho da SBS TWO.

corinthians x chelsea na TV

FIFA Club World Cup 2012 Semi-Final 1
Quarta, 12 de dezembro | 21h | SBSTWO
Al-Ahly x Corinthians – Toyota Stadium, Toyota, Japão
(Ao vivo para NSW, ACT, VIC, TAS. Com atraso para QLD, SA, NT, WA)

FIFA Club World Cup 2012 Semi-Final 2
Quinta, 13 de dezembro | 21h | SBSTWO
Monterrey x Chelsea – International Stadium Yokohama, Yokohama, Japão
(Ao vivo para NSW, ACT, VIC, TAS. Com atraso para QLD, SA, NT, WA)

FIFA Club World Cup 2012 Final
Domingo 16 de dezembro | 21h | SBSTWO
??? x ??? - International Stadium Yokohama, Yokohama, Japão
(Ao vivo para NSW, ACT, VIC, TAS. Com atraso para QLD, SA, NT, WA)

Que vença o melhor. De verdade!

Schedule

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Obrigado aos patrocinadores e homenagem no ar

Conforme o blog caminha para os finalmentes, os contratos de patrocinadores vão chegando ao fim e, obviamente, não serão renovados.

Sem essas empresas, seria impossível manter o blog com a frequência de textos que eu vinha postando nos últimos anos.

Portanto, o meu agradecimento a All Tax e a WEST 1, cujos banners deixam o blog hoje.

tax return australia

agência de intercâmbio australia

Antonio, Vivi e Danilo, muitíssimo obrigado!

A Oi Exchange com a incrível taxa de R$ 2.13 hoje continua no topo da home e ganha a companhia do Mario Lopes, com link direto para a campanha Let´s Help Mario do Facebook.

Valeu, Eduardo, força, Marião!

Aproveitando, fica também o meu agradecimento ao Gel Freire, presidente dos Canarinhos, e a Beatriz Wagner, produtora executiva da rádio SBS em português, pelas palavras no programa de ontem (ouvir). Muito emocionante.

Beatriz e Gel, obrigado mesmo pelo carinho!

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Futebol da Austrália no caminho certo (só o profissionalismo salva)

brasileiros na Austrália

Let´s Help Mario Lopes (Libanês)

O futebol, há décadas, não é mais para amadores. Basta ver a situação do Palmeiras hoje, e a do Corinthians. Enquanto o primeiro não aprendeu nada com a lição de dez anos atrás, o segundo pós-Segundona é um caso a ser estudado. A diferença? O nível de amadorismo/incompetência e profissionalismo/competência de seus dirigentes.

Com o futebol australiano, obviamente, não é diferente.

Football Federation Australia

Em agosto, a comunidade do futebol daqui comemorou a notícia de que David Gallop (acima, à direita), o dirigente que por anos foi o homem forte da National Rugby League, aceitou o convite para ser o CEO da Football Federation Australia (FFA).

O cara entende como poucos de esporte, televisão e marketing, e tem um profundo conhecimento do público e da politicagem local.

Não por coincidência, agora a pouco, os caciques da FFA, juntamente com os chefões da Fox e da SBS, anunciaram um acordo sem precedentes na história do futebol australiano, que terá um efeito (positivamente) devastador ao levar um jogo da liga nacional ao vivo, toda semana, para a casa do telespectador via canal aberto (SBS), além de todos os jogos das finais (com uma hora de atraso) e da seleção australiana nas Eliminatórias da Copa do Mundo (também com uma hora de atraso).

Parece pouco, ainda mais levando em consideração o limitado nível tecnico das partidas da A-League, mas não é.

Este é um pequeno passo para que toda uma geração de garotos australianos, em especial filhos de pais nascidos em outros países, tenha o primeiro contato com o futebol na TV. Aquele mesmo moleque que senta ao lado do pai nas noites de sexta-feira para assistir ao vivo no Channel 9 uma partida da Rugby League ou de AFL no 7, agora terá a opção de ver um jogo da A-League na SBS. Sabendo que 25% da população que vive na Austrália é de fora, a preferência pelo futebol pode finalmente crescer a passos ainda mais largos do que vem crescendo.

futebol brasileiro na Austrália

E pra isso, três fatores que já vêm acontecendo serão ainda mais fundamentais:

- A melhora no nível técnico. Eu sei, ainda é fraco, mas se compararmos ao que era na temporada 2005/06, quando começou a liga, melhorou muito. E a tendência é continuar melhorando, principalmente com a injeção de dinheiro que acaba de receber.

- Popularização! Times como o Western Sydney Wanderers, que estreou nesta temporada e foi criado com um apelo totalmente popular e multicultural para preencher um espaço que o Sydney FC, até então o único da cidade, não preenchia, já que é visto como de elite, mostrou-se um enorme acerto. Os Wanderers é uma das equipes mais aguerridas da liga, se não for a mais, faz uma belíssima campanha, já alcançando a quinta posição, e a empatia com a torcida aumenta a cada rodada (é o meu time!).

- Socceroos! Boa parte do crescimento do futebol australiano nesta última década deve-se à classificação da Seleção da Austrália para a Copa da Alemanha, em 2006, após 34 anos, e à boa campanha naquele Mundial; à classificação para a África do Sul quatro anos depois; e à mudança estratégica da Oceania para a Ásia, futebolisticamente falando, que tem contribuído para elevar o nível técnico da seleção nacional. Além disso, com a classificação para a Copa 2014 bem encaminhada, a SBS passando a mostrar os jogos das Eliminatórias (mesmo que com atraso) e a emissora tendo os direitos garantidos de transmissão até a Copa 2022, os Socceroos certamente continuarão conquistando cada vez mais torcedores. 

Essas mudanças, que entrarão em vigor a partir do ano que vem, são apenas o começo, mas já demonstram que o futebol na Austrália está no caminho certo com Gallop. Ainda mais sabendo que por aqui os principais inimigos são os outros esportes e os respectivos setores da imprensa que os cobrem – e Gallop os conhece como poucos, pois era tanto aliado quanto inimigo.

Imagino que até 2030, vai ser difícil as Copas não serem na China em 2026 e no Uruguai/Argentina em 2030, quando a Fifa deverá comemorar os 100 anos da primeira edição. Mas depois, o projeto Come Play da Austrália, que falhou para trazer as Copas de 2018 ou 2022, tem tudo para voltar mais forte do que nunca.

Até lá, o país poderá formar uma nova (e numerosa) geração de torcedores de futebol, o que não é pouco para uma nação que já tem meio caminho andado para sediar qualquer evento internacional de grande porte.

No esporte atual, só o profissionalismo salva (e no caso da Austrália, talvez faça milagre)!

Para todos os detalhes sobre o acerto, clique aqui.

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Legado #GoBackSBS

Neste exato momento, mais de 100 pessoas ainda estão desaparecidas nas águas da costa javanesa. O barco de madeira que deixou a Indonésia com destino à Christmas Island afundou por volta das 4h30 da quarta-feira (AEST). A primeira das 55 pessoas resgatadas só foi encontrada 24 horas após o naufrágio. A essa altura, passadas 48 horas, as autoridades australianas acham difícil resgatar alguém com vida (o máximo que uma pessoa sobrevive no mar são 36 horas, tendo muita sorte, 48 horas, segundo uma das responsáveis pelas buscas).

Até o início desta presente semana, é muito provável que, ao se deparar com as linhas acima, o pensamento mais um barco de refugiados que afundou seria o máximo que passaria pela cabeça.

Mas depois da experiência proporcionada pela SBS através dos três episódios da segunda série de Go Back To Where You Come From, a imagem é bem mais ampla.

Em vez dos simplistas e ignorantes “Stop the boat” ou “Boat people”, aparecem vivas as cenas dos campos de refugiados na Somália, da guerra no Afeganistão, das famílias aguardando na Indonésia e, claro, do barco abarrotado de pessoas se chocando na costa de Christmas Island.

Go Back To Where You Come From

De palanque político dos dois partidões australianos (com a devida conivência e apoio da grande imprensa), o problema ganhou rostos, histórias e famílias.

Pra quem assistiu à série, as 100 pessoas que provavelmente já estão mortas no mar deixaram de ser meros imigrantes tentando entrar ilegalmente na linda Austrália, e passaram a ser vistas como pessoas desesperadas, a grande maioria refugiados e requerentes de asilo legítmos que só quer vir para o país em busca de alguma perspectiva de vida. Mesmo que essa opção inclua permanecer por tempo indeterminado em um centro de detenção.

Conforme escrevi ontem à noite no Facebook, o grande legado do #GoBackSBS, além de proporcionar a possibilidade de pessoas mudarem seus pontos de vista sobre um tema importante, é mostrar que isso pode ser feito pela televisão, em canal aberto para todo o país (e via internet para todo o mundo).

Hoje, a partir das 20h30, os seis participantes do programa estarão ao vivo no Go Back Insight Special (SBS One) contando sobre a experiência, as reações de seus familiares e, o mais interessante, o que mudou em seus pontos de vista e porquê. Vale a pena assistir!

Live tonight at 8:30.Jenny Brockie hosts the Go Back Insight Special

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Go Back To Where You Come From II

Go Back To Where You Come From está de volta.

A SBS One leva ao ar hoje, às 20h30, o primeiro episódio da segunda série do polêmico reality show que incendiou a discussão na Austrália sobre a questão dos refugiados.

Go Back To Where You Come From

Na primeira série, fazendo o caminho inverso dos requerentes de asilo que chegam de barco ao país, seis ordinários australianos partiram de Sydney e passaram por Malásia, Jordânia, Quênia, Congo e Iraque, em meio a campos de refugiados e guerra (detalhes).

Nesta segunda, foram escolhidos seis australianos conhecidos do público, incluindo um ex-ministro do governo John Howard, e a jornada passou por Christmas Island, Afeganistão e Somália, sendo que em Christmas Island foi a primeira vez que uma equipe de TV teve permissão para filmar.

Go Back To Where You Come From - SBS

Independentemente de você ser a favor ou contra o slogan “Stop the Boat” colocando a questão da mesma maneira simplista e cretina como tem feito Tony Abbott, seus pares de Liberal Party e boa parte da grande imprensa, vale a pena assistir, pois só enriquecerá a discussão.

Ainda mais agora, que Julia Gillard acaba de pautar Go Back To Where You Come From III com passagens obrigatórias por Nauru e outras ilhotas do Pacífico.

Leia crítica da ONU sobre a mudança na política migratória da Austrália

A série continua amanhã e quinta, no mesmo horário.

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Sinfônica Heliópolis no SBS Dateline

Para iniciar a desintoxicação olímpica, mas sem perder o Brasil de vista (afinal, como bem disse Gérson Caçapa, volante do Palmeiras dos anos 1980, “o Brasil é a bola da vez”), nesta terça-feira, às 21h30, o SBS Dateline exibe a reportagem Orquestra dos Sonhos, sobre a Sinfônica Heliópolis.

A sinfônica nasceu do sonho do maestro brasileiro Silvio Baccarelli, que, comovido com o incêndio ocorrido na favela de Heliópolis, em São Paulo, em 1996, decidiu iniciar um projeto social com a comunidade.

O que começou como aulas de cordas para cerca de três dúzias de jovens, transformou-se no Instituto Baccarelli, que atualmente atende mais de 1.300 jovens e crianças da comunidade em projetos como Sinfônica Heliópolis, Orquestra do Amanhã e Coral da Gente.

Instituto Baccarelli

Para terem uma ideia, Zubin Mehta, o legendário maestro indiano, não só é o patrono da sinfônica, como estará no Brasil em 22 de agosto regendo a Sinfônica Heliópolis no Theatro Municipal de São Paulo em concerto beneficente para o Instituto (ingressos).

No programa que a SBS leva ao ar nesta terça, os próprios músicos contarão como a música transformou suas realidades e acabou inspirando uma geração inteira dentro da comunidade.

Imperdível!

“Eu tenho vindo para o Brasil desde 1972. Viajei por todas as cidades, de Amazonas a Porto Alegre. Eu nunca tive a experiência que eu tive nos últimos dias, onde eu ouvi a orquestra do Instituto Baccarelli. Foi uma revelação e uma das experiências mais enriquecedoras que eu tive em muito tempo.”
(Zubin Mehta, após visita em 2005)

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