Agradecimentos, Primavera na Austrália e Vibez Brazil

 

Hoje, apesar desse tempinho vindo diretamente da Antártica, começa a transição inverno-primavera no blog, o que significa diminuir o espaço do Guia de Vinho e trazer a exposição online Primavera na Austrália (aquela mesma do ano passado).

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer imensamente a Ozzy Study Brazil e o Braza Churascaria por terem patrocinado o Guia deste ano. Sem as duas empresas, ele não aconteceria. Mara, Alê e Birão, muitíssimo obrigado!

Em segundo lugar, aproveito para dizer que a partir desta semana começarei a postar as dezenas de trabalhos recebidos no ano passado, quando foi aberto o espaço para a I exposição virtual de brasileiros (e entusiastas) na Austrália.

Foto de Dudu Kikko para Primavera na Austrália

Por algumas razões – que explicarei nos próximos dias - ela acabou não acontecendo, mas agora vai.

Por último, mas não menos importante, nesta terça-feira participarei do programa de rádio Vibez Brazil, na 89.7 Eastside FM, com o tema “Os Esquecidos”.

Isso mesmo, eu e o Rapha fizemos uma seleção mais do que especial com artistas e bandas que em algum momento de suas carreiras foram esquecidos, abandonados, injustiçados, enfim, estamos falando de gênios como Wilson Simonal e Arnaldo Baptista, além de outros nomes não tão conhecidos mas que vocês certamente já ouviram suas músicas. Trago mais informações na terça.

Bom domingo antártico a todos e, na falta de uma Antarctica gelada, vamos de vinho (é só clicar no banner abaixo).

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Dica de vinho português

Esse texto deveria sair na última edição da Radar Magazine, mas não saiu. E semana passada, conversando com um amigo, fiquei sabendo que ele curtiu tanto esse vinho que tem comprado de caixas.

Fanfarrão, eu sei, mas como vinho para o dia a dia, vale muito a pena, principalmente a linha mais básica, que é muito boa e de $10 cai para $8 quando se compra meia-dúzia e para $7 na compra de uma dúzia.

O texto da revista
Produzindo vinhos a quatro gerações na região de Estremadura, em Portugal, a Casa Santos Lima possui três linhas no mercado australiano que destacam-se pela excelente relação preço/qualidade. A mais em conta é a Quinta de Bons-Ventos, com exemplares bem frutados de branco, rosé e tinto ($10). A intermediária é a Quinta das Setencostas, com branco e tinto que trazem aromas e sabores mais complexos ($15). A top é a Touriz, vinho encorpado e com muita personalidade premiado em feiras europeias e norte-americanas ($28). Onde: Vintage Cellars.
Fim do texto da revista

O tinto desse Quinta de Bons-Ventos eu havia indicado no primeiro Guia de Vinho do blog. E o rosé dessa linha foi uma das botejas que mais gostei na feira da Vintage Cellars deste ano.

Aliás, muitas vezes em que vou tomar um vinhozinho em casa sem muito compromisso, só eu e a primeira-dama enquanto preparamos algo para comer, é ele quem vai para a taça.

Para conhecer os vinhos do Guia deste ano, clique na imagem abaixo.

****Patrocinadores do Guia****

estudando na austrália 

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Melhores Restaurantes de Sydney (e dica de vinho argentino)

Todo ano, o Sydney Morning Herald, jornal que às terças-feiras publica o o Good Living, o melhor caderno de gastronomia da Austrália, lança o Good Food Guide, seu guia com os melhores restaurantes de Sydney/New South Wales.

Não sou muito fã desses guias, pois há sempre muita politicagem e interesses por trás, mas eles não deixam de ter seu valor, pois de certa maneira registram a cozinha de seu tempo, através de chefs, restaurantes e estilos; e também porque ajudam a colocar certas cozinhas no mapa, como é o caso da brasileira, por exemplo, desde que o restaurante DOM, do Alex Atala, passou a figurar na St. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants.

Nesta semana, o Sydney Morning Herald lançou o seu Guia, que concede de um a três chapéus em duas categorias de restaurantes: City e Regional. Entre os regionais, nenhum conseguiu a distinção máxima e apenas três obtiveram dois chapéus.

Entre os da City, a disputa é bem mais intensa. Cinco restaurantes aparecem com três chapéus: Sepia, que recebeu o terceiro este ano e de quebra foi eleito o restaurante do anoBilson’s, que recuperou um chapéu, Est., Marque e Quay, estes três que também estão na prestigiosa lista da S. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants. Em tempo, Peter Gilmore, do Quay, foi eleito chef do ano.

Outros dezenove restaurantes receberam dois chapéus, incluindo o icônico Tetsuya’s, que durante 1992 a 2009 permaneceu com três chapéus, mas perdeu um no ano passado e por ora não o recuperou (atualmente é o 58  da S. Pellegrino, onde vem caindo).

Assado de verdade no Porteno, em Surry Hills, Sydney.

Além dele, destaques para o Icebergs, em Bondi Beach, por onde já passaram muitos brasileiros (é um dos favoritos da Nicole Kidman), Rockpool e Rockpool Bar & Grill, do lendário Neil Perry, e também Becasse e Porteno.

Este último, como o próprio nome diz, é argentino, especializado em assado portenho e foi eleito melhor restaurante novo, recebendo de cara dois chapéus (foto acima). Dizem que a carta de vinhos, repleta de argentinos, é u-n-e-p-e-t-á-c-u-l-o!

Falando em vinho argentino, o bom do Porteno é o fato deles importarem grande parte das botejas, uma vez que por aqui a oferta de argentinos é baixa. É possível encontrar em alguns bottle shops, em geral com ótimos preços, mas pouca variedade.

No Guia de Vinho do blog deste ano, incluí o argentino Zuccardi Série A Bonarda Mendonza 2008 ($15), que entrou na subcategoria “Para ler e ouvir” (clique na imagem acima). Sabendo que 97% dos brasileiros que vivem na Austrália não conhecem a uva Bonarda e que a temperatura por aqui está subindo, pero no mucho, faço a seguinte recomendação:

1. Passe na Dan Murphys, um dos poucos bottle shops onde este vinho é vendido.
2. Num final de semana de sol (como hoje), coloque-o na geladeira por aproximadamente 8 minutos e 47 segundos.
3.  Tire a cadeira de praia do armário, pegue uma toalha, canga, enfim, algo para assentar a bunda.
4. Pegue também sua melhor taça de vinho, um saca-rolha, livro, revista, walk-man (ops, iPhone) etc.
5. Desça para o gramado próximo a uma praia ou baía mais perto da sua casa.
6. Abra a boteja, coloque não mais do que um terço na taça, olhe para o céu azul, agradeça por morar na Austrália e aproveite a sua tarde.

Importante: consumir bebida alcoólica na rua é ilegal, porém há uma tolerância se o fizer civilizadamente, sem alarde ou torrar a paciência alheia.

Guia de Vinho 2011

Para mais dicas de vinho, clique no banner acima.

****Patrocinadores do Guia****
Braza

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Vinho para o Dia dos Pais

Ontem, 22h34, um amigo ligou de um bottle shop para saber qual era o melhor entre os vinhos do AC/DC, o Shiraz ou o Cabernet Sauvignon. Gostei mais do Cabernet.

Agora a pouco, 10h37 da matina, outro amigo ligou para saber quais vinhos comprar para o pai e o cunhado, afinal, é Dia dos Pais na Austrália.

Guia de Vinho 2011

Daqui a pouco seguirei para o Centennial Park, onde acontece o Father’s Day dos Canarinhos. Como meu foco estará na cerveja e no churrasco, dificilmente poderei ajudar se surgir alguma eno-dúvida de alguém que queira fazer uma eno-média com o sogro.

Mas como jamais deixo os leitores na mão, segue o botão de emergência do blog, com o pdf para imprimir com todos os vinhos da edição 2011 do Guia.

Guia de Vinho

Happy Father’s Day!

****Patrocinadores do Guia****
Ozzy Study Brazil Braza

 

 

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Dogajolo Toscano Rosso – Dica de vinho italiano

Fechemos a semana com dica de um vinho fantástico que descobri ontem e, acreditem, em termos de relação preço/qualidade, é tão bom quanto o californiano da semana passada.

Dogajolo Toscano Rosso I.G.T.

Estou falando do Dogajolo Toscano Rosso I.G.T., da Carpineto, um “jovem Supertoscano” que traz um bouquezão de flores no nariz, explosão de frutas vermelhas na boca, corpo médio, certa complexidade e uma textura aveludada que é e-p-e-t-a-c-u-l-a-r!

Sabendo que eu faria um nhoque para uns amigos, à tarde passei no meu local bottle shop atrás de um italiano ou um australiano com alguma uva da Itália, e fui atraído pelo rótulo.

vinho italiano na austrália

Quando vi o preço, $15, desconfiei, pois italiano barato em geral é fria por aqui. Mas ao ler o verso e ver que tratava-se de um “jovem Supertoscano”, categoria que não é qualquer vinho que pode se enquadrar, pus na sacola.

Supertoscano vem de Super-Tuscan, termo que um jornalista, beberrão ou jornalista beberrão anglo-saxão criou nos anos 1970 para designar vinhos fantásticos da região italiana da Toscana que são produzidos com algumas uvas que fogem das tradições/legislações locais. Não podendo ser enquadrados com as denominações que atestam suas origens e modo de praparo, criou-se este termo que logo virou referência.

E poder comprar um exemplar que faz jus à fama dos Supertoscanos por apenas $15 chega a ser piada. Sério! Me arrependi de não ter comprado mais.

Na próxima vez que você fizer uma massa na sua casa ou for a um restaurante italiano BYO, principalmente o Bar Reggio, em Darlinghurst, não deixe de levá-lo. Ele está à venda na rede BWS.

Para ler mais sobre vinho, clique na imagem abaixo e dê uma olhada no Guia do blog.

guia de vinhos blog

Quanto ao jantar, maravilhoso na casa da Lola, obviamente acabou com os mestres tocando MPB.

Dogajolo Toscano Rosso Australia

****Patrocinadores do Guia de Vinho****

estudando na austráliarestaurante brasileiro na austrália

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