Itaipava pra comemorar e agradecimentos aos patrocinadores

cerveja brasileira

Nada melhor do que começar o mês com patrocinador novo no blog.

Ainda mais estando em pleno início da primavera e o patrocinador sendo uma cerveja.

Pausa para…

Garçom, desce duasxx!

ENTER
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Dois ENTER´s em homenagem, um para cada Itaipava.

É, meus amigos, a Itaipava, cerveja produzida na cidade vizinha dos meus sogros imperiais de Petrópolis, é a mais nova parceira deste blog (nada mais apropriado, por sinal).

Na verdade, não a cervejaria em si, mas a Secrets of Brazil, empresa que traz a Itaipava para a Austrália, assim como a Cachaça 51, o suco Sufresh, o Guaraná Antarctica, entre outros produtos (lista completa).

Brasileiros na Austrália

O bacana deles, além do fato de estarem com produtos espalhados em diversos restaurantes, bares, bottleshops, pubs e hotéis, é o apoio que têm dado para inúmeros eventos e iniciativas ligadas aos brasileiros na Austrália, muitas vezes em parceria com a Oi Exchange, também patrocinadora deste blog.

Portanto, aqui vai o meu agradecimento não somente ao Taiguara e ao Murilo, da Secrets of Brazil, como também ao Edu da Oi.

festa brasileira em Sydney

E já que o assunto é patrocinador, já deixo aqui a dica da quarta edição da All Tribes Party que a WEST 1 fará nesta sexta-feira, 5 de outubro, no Cock n´ Bull, em Bondi Junction (89 Ebley Street).

Com Samba Australia das 21 às 23h30, entrada grátis e vários especiais – incluindo cerveja local a $4 (das 20 à 0h) e pratos a $10 (com uma schooner de cerveja ou taça de vinho de cortesia) -, é o paraíso de estudantes, backpackers e fanfarrões em geral.

Aproveitando a deixa, estendo o meu agradecimento à All Tax, empresa que desde junho de 2010 patrocina este blog, e renovou para mais um período. Antonio, Vivi e Luiz, muito obrigado!

Garçom, mais duasxx Itaipavasxx, por favor.

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Crise dos Tomates – O Fim do Mundo

Marcelo Freixo Rio

A crise da banana (no bom sentido, é claro) de 2011, que elevou o preço de $2 o quilo para cerca de $20 após a devastadora passagem do ciclone Yone por Queensland, é justificável, afinal, atingiu 3/4 da produção de bananas da Austrália.

Mas que catso acontece com o famigerado tomate cujo preço do quilo, nas últimas semanas, subiu para $8 nas grandes redes de supermercado e chega a 12 merréis em praças como, Dulwich Hill, por exemplo, segundo o grande Edgee Ribeiro?

Pelo o que ouvi de um plantador de beterraba da vizinhança, a culpa é de North Queensland sempre Queensland, mais precisamente de Bowen (o que imagino ser a capital australiana do tomate), área rural que tem apresentado péssimas condições para o crescimento dos tomateiros.

Mas precisa subir tanto?

Sendo o tomate um fruto (isso, fruto, não legume) originário das Américas do Sul e Central que tem seu cultivo historicamente ligado a alguns povos pré-colombianos, entre eles os maias (aquele mesmo do calendário), me assusta o que pode significar – se fizermos uma leitura um pouco mais profunda – a crise dos tomates em pleno 2012, ano de Corinthians, Chelsea, Celso Russomano e Andy Murray. Início do fim do mundo? Confirmação das predileções de Nostradamus? De qualquer maneira, não quero pagar pra ver (literalmente).

Mas eu precisei!

Sem me dar conta de que estávamos em plena crise dos tomates, anteontem fui ao supermercado comprar os ingredientes para fazer uma moqueca na terça e uns burritos na quarta. Ou seja, na mais econômica das hipóteses, seriam necessários ao menos um tomate grande para a moqueca, um médio para o guacamole e outro médio para refogar com a carne moída.

Após comprar praticamente todos os insumos da moqueca, eis que me defronto com o grande monstro de bolas vermelhas: a gôndola dos tomates. O preço, $8, era praticamente um silvícola maia salivando para uma virgem donzela em pleno ritual de sacrifício humano. Pior, nem vermelhos eram os monstros, mas laranjas, pois os tomates ainda estavam duros e nada maduros.

Como eu já carregava o restante das compras na minha sacola ultra-ecológica feita com fibra de piolho criado sustentavelmente no rabo do coala-leão-dourado, apertei alguns tomates, observei outros, cherei, fiz embaixadinhas, dei um “pedala, Robinho” num australiano que passava, tornei a observá-los, pesei, enfim, fiz o diabo pra tentar achar a melhor relação três-tomates-custo-benefício.

Quatro dólares e noventa e oito centavos depois – em tomates -, fui pra casa iniciar a moqueca.

Nunca tive tanto zêlo para cortar um tomate. Afiei a faca, abaixei a música, fechei a janela para impedir a ação do vento, deixei para abrir a cerveja depois e, mais importante, inverti a cronologia, passando o tomate na frente da cebola para evitar que as lágrimas prejudicassem a operação. Deu certo, consegui cinco belas rodelas e o mínimo de desperdício.

Pablito 1 x 0 North Queensland.

Ontem à noite, quarta, a operação foi ainda mais delicada, pois envolvia dois tomates, cervejas e, claro, uma branquinha, pois comida mexicana em casa pede cachaça.

Infelizmente, com alguns motivos para comemorar, não me preocupei muito com a ordem dos fatores e fui logo iniciando os trabalhos com cerveja, cachaça e o preparo do guacamole, o que envolveu o tomate número dois. Até que foi tranquilo.

O papo com a Lu estava bom, Rubén González apavorava ao piano, cortei a cebola e a cenoura, esmaguei o alho, comecei a refogar, subiu aquele aroma típico de Brasil, coloquei a carne moída, mexi, mexi, dá-lhe cerveja neozelandesa (Monteith´s, recomendo), cachaça Claudionor (obrigado, Luiza), Rubén González tocando Almendra, juntei o tempero mexicano, deixei curtir um pouco e, quando estava praticamente tudo pronto, olho para o lado e quem está lá, esquecidão, solitário e amargurado?

O nosso amigo tomate número três, provavelmente algo em torno de $1.78. Aquilo foi praticamente um tiro no peito em um filme do Terence Hill e Bud Spencer, daqueles que voava tomate e cat-chup pra todo lado. Confesso que quase chorei. Pô, depois de toda a epopeia econômica no mercado, do zêlo na primeira noite, da devoção na segunda, simplesmente abandonei o danado.

Resultado final:

Pablito 2 (tomates) x 8 (dólares o quilo) North Queensland.

É o fim do mundo!

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Últimas do Instagram (com dica de vinhos)

Semana começando com as últimas do Instagram (@pablonacer).

Um pouco de Coogee Beach, japa do jazz em Bronte, cachaças exclusivas do Eduardo, cervejas desfocadas contextualizando a fanfarra e duas dicas de vinhos a $15 (o rosé levíssimo, fácil e perfeito para a primavera que desponta; o Cab/Merlot surpreendente para esse preço, é daqueles tintos que passam a figurar na zona de conforto – ou seja, quando quero tomar um sem arriscar ou gastar muito. Rrrrecomendo!).

Coogee Beach

South Coogee

Randwick

cachaças brasileiras

Cervejas Australianas

Coogee Beach

pescaria sydney

Bronte Beach

vinho australiano

vinho australiano

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Chapas da semana (e do domingo) – by Instagram

Piscina de Coogee Beach, Sydney.

fotos Austrália

Cachaça Boazinha e Coopers enquanto o feijão preto cozinha.

cerveja australiana

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Menos a Luiza, que vai para NT

Northern Territory, seguramente, está entre os territórios mais bizarros singulares do planeta.

Lá, água de cachoeira sobe, caboclo entra no pub para tomar cerveja montado em cavalo, autoridades matam 6 mil camelos para manterem 350 habitantes felizes, mar tem crocodilos de 6 a 8 metros que são engolidos por cobras e assim por diante.

Sabendo que a amiga Luiza sobe amanhã para aquelas bandas, seguem 10 dicas de sobrevivência para Darwin, a capital, e região:

1. Não aceite bala de estranhos.
2. Leve casaco.
3. Jamais ignore sinalizações visuais com imagens de crocodilos, dingoes e dinossauros.
4. Se for tomar uma IPA pequena (285ml), lá chama-se Handle e não Middy, como em NSW.
5. Quando avistar centenas de gados sendo guiados por um peão e suspirar ao lembrar do filme Australia, tenha em mente que é muito mais provável que o Drover pareça o Wolverine do que o Hugh Jackman.
6. Evite piadas envolvendo bombas e japoneses. Darwin, até hoje, não engoliu os ataques durante a II Guerra Mundial. Anedotas de português, papagaio, Coritba (o Vasco paranaense) e Fica Juvenal estão liberadas.
7. Caso decida assistir à tradicional Beer Can Regatta, que acontece neste domingo, tenha maturidade e não beba nenhum barco.
8. Darwin, originalmente, é o lar dos Larrakia, e Uluru dos Mutijulu (jamais esqueça: grandes poderes exigem grandes responsabilidades).
9. Hernán Barcos.
10. Se a saudade de casa bater, lembre-se que você está muito mais perto de Bali do que de Bondi (okay, não ajudou).

hotel em Norther Territory

 

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10 motivos para não desanimar no inverno australiano + Jazz grátis

Preocupado com o moral e a auto-estima do brasileiro na Austrália, que caem a níveis alarmantes nos meses de junho, julho e agosto, seguem 10 motivos para você brasileiro que não desiste nunca não desanimar no inverno australiano:

1. A maravilhosa oferta de vinhos nacionais

2. O aumento do consumo diário de café sem peso na consciência

3. O mesmo aplica-se ao Tim Tam, fondue e demais iguarias

4. Estações de esqui, a poucas horas, em lugares como Perisher Blue (NSW) e Mt Buller (VIC)

5. Incidência muito menor de baratas, aranhas, tubarões e demais monstros da fauna local

6. Festivais gratuitos de jazz *

7. Vivd Sydney

8. Pubs com lareira

9. Guinness em pubs com lareira

10. Em último caso, você sempre encontra passagens da Aerolineas Argentinas por menos de mil dólares pra passar julho na Bahia ou no Rio de Janeiro

* Por que o asterix asterisco?

Sydney, Australia

Porque nesse final de semana, feriadão prolongado por conta do aniversário da rainha que na verdade foi em abril, temos O festival gratuito de jazz.

Sim, estou falando do tradicional e totalmente gratuito Darling Harbour Jazz & Blues Festival, que acontece neste sábado, domingo e segunda, a partir das 11h da manhã (11h30 no domingo) e vai até umas 8 e pouco.

Ao todo serão 40 bandas se apresentando em 3 palcos, incluindo James Morrison, o dono da festa, King Tide, Geoff Bull, Mojo Juju, James Valentine, Compass Quartet with Sarangan Sriranganathan and Bobby Singh, Nicky Bomba’s Bustamento, The Bombay Royale, Fuji Collective e Richard Perso.

Não conhece quase ninguém? Dê uma olhada a abaixo.

A programação completa está aqui.

Não percam!

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