Tem domingo que, por mais bonito que o dia amanheça aqui, a saudade de lá é maior.
Nessas horas, o jeito é convocar panela de pressão, meio quilo de feijão, meia-dúzia de insumos e, claro, a cachaça Claudionor.
Na vitrola aipódica, Luciana chama Cartola, Nelson Sargento e Noel Rosa, gravados pelo sogro.
Domingo salvo!





verdade, o sol nem sempre mata a saudade da nossa terra (nem na australia e nenhum outro país)! :/
mas viva o feijão e o mate leão (aqui num encontrei cachaça) o/
Que saudade de mate leão!!!