30 vinhos para o Réveillon (e todo o verão)

Na edição #36 da revista Falamos Português, minha última como editor, que está circulando pela Austrália, fiz um texto para a Special Feature com 22 espumantes (incluindo 10 champanhes) para o Réveillon, que juntamente com outros 8 rosés são perfeitos para as inúmeras ocasiões que o verão australiano proporciona, a começar pelo Natal. E o que é melhor: com preços que variam de $10 a no máximo $50. Aproveitem:

Champanhes
Pol Gessner Champagne Brut NV ($36)
Cattier Brut Premier Cru NV ($39) Great Value
Champagne Duperrey Premier Cru Brut NV ($40)
Lanson Black Label Champagne NV ($43) Great Value
Joseph Perrier Cuvée Royale Brut NV ($43)
Champagne Duperrey Brut Rosé NV ($44)
Mumm Cordon Rouge Brut NV ($47)
Piper Cuvée Brut Champagne NV ($47)
Champagne Duperrey Vintage Brut 2005 ($48)
Moët & Chandon Brut Impérial NV ($50)

Saint-Hilaire Blanquette De Limoux Brut Vintage 2010

Espumantes
Saint-Hilaire Blanquette De Limoux Brut Vintage 2010 FRA ($14) Best Value (Meu destaque)
Deutz Marlborough Cuvée Brut NV NZ ($18)
Brown Brothers King Valley Brut NV VIC ($19)
Taltarni Brut Taché Rosé 2009 VIC ($19)
Seppelt Salinger Select Cuvée NV ($20)
Seppelt Salinger 2008 VIC ($25)
Yellowglen Vintage Perle 2006 ($23)
Chandon Sparkling Brut NV VIC ($25)
Chandon Sparkling Brut 2008 VIC ($31)
Chandon Vintage Brut Rosé 2008 VIC ($32)
House of Arras Brut Elite NV TAS ($32) Great Value
Clover Hill Brut Vintage 2007 TAS ($35)

Rosés
Casa Santos Lima Bons Ventos Rose 2011 POR ($10)
Yalumba Y Series Sangiovese Rosé SA ($10)
Stonemason Currency Creek 2011 Rose SA ($13)
Zilzie Selection 23 Rosé 2011 ($13)
Moppity Vineyards Hilltops Rosé 2009 ($13)
Robert Oatley Vineyards Wild Oats Rose 2011 NSW ($20)
Turkey Flat Rosé SA ($20)
Charles Melton Rose Of Virginia Rosé SA ($24)

Importante: os valores são de novembro, quando fechamos a edição. Eles podem ter sofrido variações e certamente diferem de loja para loja. A grande maioria é encontrada nas redes Dan Murphys e Vintage Cellars, sendo que a primeira, em geral, é mais barata.

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Sculpture by the Sea, Itaipava Fashion e Lucas Jatobá

cerveja brasileira na Austrália

Sabe quando a lua cheia se aproxima e o Facebook parece o teto do planetário do Ibirapuera, de tanta foto do céu? Então, a paritr desta quinta-feira até o início de novembro, se você tem amigos em Sydney, prepare-se! Não para uma invasão de lua, mas de esculturas ao ar livre.

É verdade!

eventos Sydney

Sculpture by the Sea 2008.

De 18 de outubro a 4 de novembro, a Sculpture by the Sea volta aos dois paradisíacos quilômetros de costa entre Bondi Beach e Tamarama, reunindo mais de 100 esculturas de artistas de 17 países. Quem estiver por Sydney, não pode perder. Sério!

moda brasileira na Austrália

Também nesta quinta-feira, 18 de outubro, a Itaipava, refrescante patrocinadora deste blog, realiza no Hugo´s Kings Cross (1/33 Bayswater Rd) a Itaipava Fashion. No evento, que terá forró ao vivo com a Faiscada Band, será apresentada a coleção Verão 2013 da Coral Biquinis. Entrada grátis.

agência de publicidade em Sydney

E lembra do Lucas Jatobá, aquele brasileiro que soltou diversos balões com ingressos de teatro quando se despediu de Barcelona? O mesmo que, ao fazer 30 anos, saiu pelas ruas de Sydney presenteando 30 estranhos (e filmando tudo)?

Ele fez mais uma, desta vez para divulgar o novo nome da agência de propaganda que trabalha, a ex-Euro RSCG, que mudou para Havas Worldwide. E o mote, para usar um termo publicitário, foi justamente esse: mudança!

A agência encomendou uma pesquisa e descobriu que 97% dos australianos estão infelizes com o caminho para o trabalho por conta do trânsito, da qualidade do transporte público, enfim eles deviam conhecer São Paulo.

Como parte de uma série de ações para promover algumas mudanças positivas, o Lucas e um pessoal da agência saiu pelas ruas de Sydney, Melbourne e Brisbane, nos horários de pico, vendendo cookies por um preço bem especial: um sorriso!

Vejam o resultado abaixo.

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Horário de Verão – Vai começar

cerveja brasileira

E já que o assunto é cerveja, vamos com o que mais combina com uma gelada: verão.

No caso, horário de verão, que para a alegria de 11 em cada 10 brasileiros que vivem na Austrália começa na madrugada deste sábado para domingo, às duas da matina, trazendo alegria pra você e o vovô, como diria o Bozo (turum-tchí!).

sydney

Chapa tirada na Wallis Pd com a Military Rd, em North Bondi.

Mais!

País fanfarão com um imenso deserto no meio e um enorme apreço pela vida praiana, a Austrália não adota o horário de verão, e sim, o semestre de verão, já que começa agora e só termina no primeiro domingo de abril de 2013. Ou seja, exatos seis meses (é muita fanfarra)!

Portanto, meus caros adoradores do maior do mundo (o oceano, não o Maracanã), adiantem uma hora os seus respectivos relógios o iPhone 5.6 deve fazer isso sozinho e aproveitem as horas a mais no final da tarde, aquelas mesmas que no auge do verão chegam a quase 9 da noite.

Em tempo: por terem sol próprio, Queensland, Northern Territory e Western Australia não brincam.

God save our skin!

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Itaipava pra comemorar e agradecimentos aos patrocinadores

cerveja brasileira

Nada melhor do que começar o mês com patrocinador novo no blog.

Ainda mais estando em pleno início da primavera e o patrocinador sendo uma cerveja.

Pausa para…

Garçom, desce duasxx!

ENTER
ENTER

Dois ENTER´s em homenagem, um para cada Itaipava.

É, meus amigos, a Itaipava, cerveja produzida na cidade vizinha dos meus sogros imperiais de Petrópolis, é a mais nova parceira deste blog (nada mais apropriado, por sinal).

Na verdade, não a cervejaria em si, mas a Secrets of Brazil, empresa que traz a Itaipava para a Austrália, assim como a Cachaça 51, o suco Sufresh, o Guaraná Antarctica, entre outros produtos (lista completa).

Brasileiros na Austrália

O bacana deles, além do fato de estarem com produtos espalhados em diversos restaurantes, bares, bottleshops, pubs e hotéis, é o apoio que têm dado para inúmeros eventos e iniciativas ligadas aos brasileiros na Austrália, muitas vezes em parceria com a Oi Exchange, também patrocinadora deste blog.

Portanto, aqui vai o meu agradecimento não somente ao Taiguara e ao Murilo, da Secrets of Brazil, como também ao Edu da Oi.

festa brasileira em Sydney

E já que o assunto é patrocinador, já deixo aqui a dica da quarta edição da All Tribes Party que a WEST 1 fará nesta sexta-feira, 5 de outubro, no Cock n´ Bull, em Bondi Junction (89 Ebley Street).

Com Samba Australia das 21 às 23h30, entrada grátis e vários especiais – incluindo cerveja local a $4 (das 20 à 0h) e pratos a $10 (com uma schooner de cerveja ou taça de vinho de cortesia) -, é o paraíso de estudantes, backpackers e fanfarrões em geral.

Aproveitando a deixa, estendo o meu agradecimento à All Tax, empresa que desde junho de 2010 patrocina este blog, e renovou para mais um período. Antonio, Vivi e Luiz, muito obrigado!

Garçom, mais duasxx Itaipavasxx, por favor.

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Crise dos Tomates – O Fim do Mundo

Marcelo Freixo Rio

A crise da banana (no bom sentido, é claro) de 2011, que elevou o preço de $2 o quilo para cerca de $20 após a devastadora passagem do ciclone Yone por Queensland, é justificável, afinal, atingiu 3/4 da produção de bananas da Austrália.

Mas que catso acontece com o famigerado tomate cujo preço do quilo, nas últimas semanas, subiu para $8 nas grandes redes de supermercado e chega a 12 merréis em praças como, Dulwich Hill, por exemplo, segundo o grande Edgee Ribeiro?

Pelo o que ouvi de um plantador de beterraba da vizinhança, a culpa é de North Queensland sempre Queensland, mais precisamente de Bowen (o que imagino ser a capital australiana do tomate), área rural que tem apresentado péssimas condições para o crescimento dos tomateiros.

Mas precisa subir tanto?

Sendo o tomate um fruto (isso, fruto, não legume) originário das Américas do Sul e Central que tem seu cultivo historicamente ligado a alguns povos pré-colombianos, entre eles os maias (aquele mesmo do calendário), me assusta o que pode significar – se fizermos uma leitura um pouco mais profunda – a crise dos tomates em pleno 2012, ano de Corinthians, Chelsea, Celso Russomano e Andy Murray. Início do fim do mundo? Confirmação das predileções de Nostradamus? De qualquer maneira, não quero pagar pra ver (literalmente).

Mas eu precisei!

Sem me dar conta de que estávamos em plena crise dos tomates, anteontem fui ao supermercado comprar os ingredientes para fazer uma moqueca na terça e uns burritos na quarta. Ou seja, na mais econômica das hipóteses, seriam necessários ao menos um tomate grande para a moqueca, um médio para o guacamole e outro médio para refogar com a carne moída.

Após comprar praticamente todos os insumos da moqueca, eis que me defronto com o grande monstro de bolas vermelhas: a gôndola dos tomates. O preço, $8, era praticamente um silvícola maia salivando para uma virgem donzela em pleno ritual de sacrifício humano. Pior, nem vermelhos eram os monstros, mas laranjas, pois os tomates ainda estavam duros e nada maduros.

Como eu já carregava o restante das compras na minha sacola ultra-ecológica feita com fibra de piolho criado sustentavelmente no rabo do coala-leão-dourado, apertei alguns tomates, observei outros, cherei, fiz embaixadinhas, dei um “pedala, Robinho” num australiano que passava, tornei a observá-los, pesei, enfim, fiz o diabo pra tentar achar a melhor relação três-tomates-custo-benefício.

Quatro dólares e noventa e oito centavos depois – em tomates -, fui pra casa iniciar a moqueca.

Nunca tive tanto zêlo para cortar um tomate. Afiei a faca, abaixei a música, fechei a janela para impedir a ação do vento, deixei para abrir a cerveja depois e, mais importante, inverti a cronologia, passando o tomate na frente da cebola para evitar que as lágrimas prejudicassem a operação. Deu certo, consegui cinco belas rodelas e o mínimo de desperdício.

Pablito 1 x 0 North Queensland.

Ontem à noite, quarta, a operação foi ainda mais delicada, pois envolvia dois tomates, cervejas e, claro, uma branquinha, pois comida mexicana em casa pede cachaça.

Infelizmente, com alguns motivos para comemorar, não me preocupei muito com a ordem dos fatores e fui logo iniciando os trabalhos com cerveja, cachaça e o preparo do guacamole, o que envolveu o tomate número dois. Até que foi tranquilo.

O papo com a Lu estava bom, Rubén González apavorava ao piano, cortei a cebola e a cenoura, esmaguei o alho, comecei a refogar, subiu aquele aroma típico de Brasil, coloquei a carne moída, mexi, mexi, dá-lhe cerveja neozelandesa (Monteith´s, recomendo), cachaça Claudionor (obrigado, Luiza), Rubén González tocando Almendra, juntei o tempero mexicano, deixei curtir um pouco e, quando estava praticamente tudo pronto, olho para o lado e quem está lá, esquecidão, solitário e amargurado?

O nosso amigo tomate número três, provavelmente algo em torno de $1.78. Aquilo foi praticamente um tiro no peito em um filme do Terence Hill e Bud Spencer, daqueles que voava tomate e cat-chup pra todo lado. Confesso que quase chorei. Pô, depois de toda a epopeia econômica no mercado, do zêlo na primeira noite, da devoção na segunda, simplesmente abandonei o danado.

Resultado final:

Pablito 2 (tomates) x 8 (dólares o quilo) North Queensland.

É o fim do mundo!

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Últimas do Instagram (com dica de vinhos)

Semana começando com as últimas do Instagram (@pablonacer).

Um pouco de Coogee Beach, japa do jazz em Bronte, cachaças exclusivas do Eduardo, cervejas desfocadas contextualizando a fanfarra e duas dicas de vinhos a $15 (o rosé levíssimo, fácil e perfeito para a primavera que desponta; o Cab/Merlot surpreendente para esse preço, é daqueles tintos que passam a figurar na zona de conforto – ou seja, quando quero tomar um sem arriscar ou gastar muito. Rrrrecomendo!).

Coogee Beach

South Coogee

Randwick

cachaças brasileiras

Cervejas Australianas

Coogee Beach

pescaria sydney

Bronte Beach

vinho australiano

vinho australiano

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